• O Antagônico

15 de Julho e o Homem





Hoje é quarta-feira, 15 de julho. 196.º dia do ano no calendário gregoriano (197.º em anos bissextos). Faltam 169 dias para acabar o ano. Hoje é Dia do Homem.








O Acre e as Armas Destruídas


Mais de 200 armas de fogo apreendidas no Acre foram destruídas pelo Exército Brasileiro nessa terça-feira (13). O armamento estava sob responsabilidade do poder do Judiciário e foi apreendido no estado acreano durante ações policiais. A destruição das armas foi feita no 4º Batalhão de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro (4º BIS), em Rio Branco, com um rolo compressor do Departamento de Estrada e Rodagens do Acre (Deracre). Participaram da ação a desembargadora-presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), Waldirene Cordeiro, e o tenente-coronel Guilherme Pinheiro, comandante do 4º BIS. Ao todo, 209 armas foram destruídas. O TJ-AC informou que essa é a segunda destruição de armas de fogo feita em 2021, somando 542 armas até o momento. Além disso, a Justiça destacou que a maior parte dessas armas estava em situação precária e não podia ser usada pelas forças de segurança.


O Delegado e o Habeas Corpus


O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) negou um Habeas Corpus para o chefe do setor de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), Samir Freire, e manteve a prisão do delegado pelo período de 30 dias. Ele é um dos presos na Operação Garimpo Urbano, do Ministério Público do Amazonas e da Polícia Federal. A defesa de Samir havia conseguido com um HC no Tribunal reduzindo de 30 para 5 dias a prisão temporária dele. No entanto, o Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), recorreu e conseguiu reverter a decisão. Além do delegado, policiais civis e militares também foram presos. A operação investiga a ação dos agentes no desvio de cargas de ouro, obtidas durante abordagem aos transportadores. Samir e o grupo de policiais pediam dinheiro para liberar as cargas e ameaçavam empresários com flagrantes forjados. Foram desviados pelo menos 60 quilos de ouro. Após a operação, o governo do Amazonas informou que os agentes públicos estaduais alvos da operação seriam afastados dos cargos que ocupam e exonerados das funções. O governo também disse que condutas ilícitas de qualquer servidor público estadual não serão toleradas e que iria colaborar com as investigações, prestando todas as informações necessárias aos órgãos de fiscalização e à Justiça.

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