• O Antagônico

21 de Julho e o Dançarino


Hoje é quarta-feira, 21 de julho. 202.º dia do ano no calendário gregoriano (203.º em anos bissextos). Faltam 163 dias para acabar o ano. Hoje é Dia do Dançarino de Salão.


O Pastor. A ex-mulher. O Assédio Sexual e as Adolescentes


Um pastor evangélico de 44 anos foi indiciado por assédio sexual contra duas adolescentes e por armazenar material pornográfico infantil em Santana, na Região Metropolitana de Macapá. De acordo com a Polícia Civil do Amapá, ele utilizava a autoridade religiosa para tentar obter favores sexuais. O pastor negou o envolvimento com menores, mas reconheceu que mantinha relações com frequentadoras da igreja. O caso foi investigado pela Delegacia de Infância e Juventude (DIJ) do município de Santana. Segundo o delegado Ruben Neves, duas adolescentes de 15 e 17 anos denunciaram à polícia que o pastor as afastou de atividades da igreja após elas se negarem a atender favores sexuais pedidos por ele. "As denúncias das adolescentes foram confirmadas por testemunhas, tendo inclusive uma dito que, após ter revelado que era homossexual e procurado o pastor para desabafar sobre o assunto, passou a receber mensagem do indiciado com conteúdo sexual", detalhou o delegado. A Polícia Civil acrescentou que a ex-mulher do pastor foi ouvida ao longo das investigações e ela relatou que ele também mantinha relacionamentos com fiéis da igreja. Foi feita busca e apreensão na residência do pastor, onde foram recolhidos aparelhos eletrônicos como computadores, celulares e HDs onde eram guardados arquivos de mídia. No aparelho de telefone, foram encontrados dois arquivos com imagens de menores mantendo relações sexuais.


O Amazonas. O Hospital e o Contrato de R$ 2 Milhões


O Ministério Público do Amazonas (MP-AM) entrou com um recurso na Justiça para que o contrato de R$ 2,6 milhões para aluguel do Hospital Nilton Lins seja decretado inválido. O órgão voltou a solicitar, também, aplicação de multa ao Governo do Amazonas e Fundação Nilton Lins, além da devolução de valores já pagos. O Hospital Nilton Lins foi aberto durante a pandemia para receber apenas pacientes com Covid-19. O Ministério Público afirma que houve violação ao princípio da moralidade administrativa no contrato do mesmo.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) informou que não foi notificada, e ressaltou que "todos os atos relacionados à locação do Hospital, em 2020, foram legítimos e dentro da legalidade e que está à disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários". O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) informou que, até o momento, não há decisão a respeito do assunto. O recurso encontra-se na Segunda Câmara Cível. O documento do MP foi ingressado pela procuradora de Justiça, Silvana Nobre de Lima Cabral, nessa segunda-feira (19). Ele dá parecer sobre uma decisão da Justiça que rejeitou, no ano passado, uma ação popular que pedia anulação do contrato.

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