• O Antagônico

A Alepa e o Engenheiro Preso. O Chicão e o Esclarecimento


Em atenção a matéria “O Chicão e o Engenheiro Preso. O Banpará, Os R$ 600 Mil e o Tapa na Cara do MP”, publicado em O Antagônico, na sexta-feira, 26 de fevereiro, a assessoria da Assembleia Legislativa do Pará. ALEPA. Enviou resposta com o seguinte esclarecimento, que publicamos abaixo na íntegra, juntamente com a matéria em questão.


Nota da Alepa
“O servidor Sandro Rogério Nogueira Sousa Matos não foi reconduzido ao cargo pelo atual presidente da Alepa, deputado Chicão. Sandro Rogério Nogueira Sousa Matos é servidor efetivo da Casa de Leis, lotado no setor de engenharia e, mediante decisão judicial, está exercendo suas funções como servidor público na Alepa. O Chefe do Poder Legislativo, deputado Chicão, reitera o respeito aos órgãos de fiscalização e controle, às ordens do Poder Judiciário e o compromisso com a verdade”.

A matéria

O Chicão e o Engenheiro Preso. O Banpará, Os R$ 600 Mil e o Tapa na Cara do MP


Me dizes com quem andas que eu te direi quem és !!!Há algo de podre rondando a Assembleia Legislativa do Pará, reforçando a tese de que o criminoso sempre volta ao local do crime. Pode demorar, mas volta. Vejam só!! O presidente da Alepa, o deputado Francisco Melo, o “Chicão”, participou recentemente de uma reunião, no quartel do 1º Comando Aéreo Regional em Belém, para tratar da permuta envolvendo a doação de um terreno para abrigar a nova sede da Assembleia Legislativa do Pará. Até aí tudo bem. Porém, uma presença chamou a atenção de muitos na reunião: Sandro Rogério Nogueira Sousa Matos, engenheiro preso por duas vezes no rumoroso caso que ficou conhecido como “O Escândalo da Alepa”. Sandro, que é lotado na Alepa com salário de R$ 27 mil reais que tem extensa ficha no Ministério Público, foi apontado pela investigação como sendo o responsável pela criação de várias empresas de engenharia fantasmas, que prestariam serviços, “só no papel”, para o Poder Legislativo, conforme foi atestado pelo Tribunal de Contas do Estado, TCE.

Segundo o Ministério Público, durante a gestão de Domingos Juvenil (de 2007 a 2010), os cofres públicos do Estado tiveram um rombo que variava entre R$ 800 e R$ 1 milhão por mês. As investigações apontaram que Sandro Rogério recebia semanalmente, no Banpará, situado na Praça Felipe Patroni, a bagatela de R$ 600 mil reais para “repassar” as empresas. Por conta dessas operações, três funcionários do Banpará foram demitidos. Já Sandro Matos, foi reintegrado ao cargo na Alepa depois de um período de afastamento. Agora, livre, leve e solto, o engenheiro surge novamente em reuniões que envolvem Licitações e a Alepa. Na prática seria a raposa de volta a guarda do galinheiro e um tapa violento na cara do Ministério Público. Pode isso Arnaldo ?

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