• O Antagônico

A Fundação Cultural. A Secult. A VR3. A Brasil Show e a Máfia das Lives



Parece brincadeira mais é a pura verdade. A Fundação Cultural do Pará se tornou, na gestão Helder Barbalho, uma cachoeira de desvios de milhões do contribuinte paraense. Na prática, é uma espécie de Máfia das OSs atuando no setor cultural. Tudo com a aquiescência e conivência do presidente da Fundação, Guilherme Relvas. As denúncias já chegaram aos montes no Ministério Público, porém não avançam.


Esta semana, O Antagônico recebeu informações gravíssimas apontando para um grandioso esquema de corrupção atuando dentro da Fundação Cultural do Pará e Secult, envolvendo várias empresas, em especial a VR3 Eirelli, que casa e batiza na instituição, utilizando o nome de fantasia Construmaq. A mesma estaria em nome de uma “laranja”, a sogra do verdadeiro dono, José Felipe A Pereira.


A VR 3 até pouco tempo atrás estava suspensa de contratar com o poder público, por conta de fraudes na UFPA. Trata-se, segundo a denúncia, do famoso golpe rotulado de “fraude a credor”, que consiste em abertura de várias empresas, em nomes de parentes e até funcionários, e que fecham, após pouco tempo de abertas, por débitos de impostos e encargos.


De acordo com as denúncias as licitações de eventos, a chamada “Máfia das Lives”, são direcionadas para duas empresas: A VR3 Eireli e a Brasil Show, sendo que a segunda está sediada em Manaus e apenas subcontrata os serviços com empresas do mercado informal a preços que, para empresas sérias, seriam inexequíveis.

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