• O Antagônico

A Fundação Cultural do Pará. A Torneira dos Milhões. O Promotor e a Investigação



Finalmente o Ministério Público resolveu acordar de um sono profundo e fazer jus ao papel de fiscal da lei. O 4° Promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa de Belém, Rodier Barata Ataíde, instaurou um Inquérito civil para apurar um verdadeiro descalabro com relação à contratação pela Fundação Cultural do Pará “Tancredo Neves” (FCP), via contratação direta, por dispensa de licitação, e efetivo pagamento de cachês de artistas, em 2019 e 2020. 


Em março do ano passado, O Antagônico publicou que a Fundação Cultural do Pará, comandada por Guilherme Relvas, resolveu distribuir dinheiro, a moda Silvio Santos, utilizando uma espécie de Lei Rouanet tupiniquim.


Nos Diários Oficiais de quarta, 03, 04 e 05 de maio de 2020, a Fundação publicou homologação de mais de 50 contratos, com vigência de 2 meses, para contratação de shows virtuais de artistas paraenses. O que chamou a atenção são os valores dos contratos e montante total envolvido, incríveis R$ 3.270.000,00 (Três milhões, duzentos e setenta mil reais).

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