• O Antagônico

A Fundação Cultural do Pará e os Shows Virtuais. Os R$ 3 Milhões e a "Lei Rouanet do Pará"


Enquanto o mercado de entretenimento no Pará segue definhando, deixando milhares de desempregados no Pará, entre artistas, músicos, promotores de shows, técnicos de luz e som, entre outros, a Fundação Cultural do Pará, comandada por Guilherme Relvas, resolveu distribuir dinheiro, a moda Silvio Santos, utilizando uma espécie de Lei Rouanet Tupiniquim.


Nos Diários Oficiais de quarta, 03, quinta, 04 e sexta feira, 05, a Fundação homologou mais de 50 contratos, com vigência de 2 meses, para contratação de shows virtuais de artistas paraenses. Ou seja, na prática os artistas vão receber sem sair de casa. O que chama a atenção são os valores dos contratos e montante total envolvido, incríveis R$ 3.270,000.000. (Três milhões, duzentos e setenta mil reais). Ou seja, a Pandemia tá rendendo pra muita gente.


Os valores dos contratos vão de R$ 8 até R$ 148 mil reais. Os artistas Eliseu Rodrigues, Lennon Forrozeiro e Leozinho Forrozeiro, ilustres desconhecidos, foram contratados por R$ 24 mil reais. Já Up7, Black Jack, Cleuma Rodrigues, Farofa Tropical, Leo Cafre, Tropical Reggae, Mariana Brandao, Rafael Preludio, Poquerage, Seven Jr, (alguém os conhece?) vão embolsar R$ 80.000,00 dos recursos públicos. Tem também vários contratos de R$ 100 mil. No entanto, o mais caro é o contrato que envolve a banda FB Mania, Grupo Villa Kids Festival e outras atrações virtuais, no valor de R$ 148 mil reais. Santa Pandemia, que, com a forcinha do Governo, é madrasta para uns e mãe para outros. Como diria o bom paraense: Mas assim....


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