• O Antagônico

A Gestapo do Jarbas, o GAP e o Exército Particular. Os Gastos Milionários, A SEAP e o Ditador




Vejam só a última do todo poderoso Secretário de Administração Penitenciária do Pará, o controverso Jarbas Vasconcelos, o monarca da SEAP. Ele resolveu brincar de Forte Apache, criando um exército de policiais penais, dentro da cara estrutura de segurança pública já existente no Estado. E tome gastos com o dinheiro contribuinte paraense.


No Diário Oficial desta quarta-feira, 28, Jarbas publicou o Decreto de criação do Grupo de Ações Penitenciárias, GAP, com poder de vida e morte dentro das cadeias paraenses. Tendo como chefe supremo, é claro, o próprio Jarbas, o GAP foi criado, conforme a Portaria para, intervenção prisional, escolta armada; policiamento do perímetro das unidades e complexos prisionais; defesa das muralhas, em casos de ataque e regastes; fiscalização ostensiva de custodiados com antecedentes de relevância criminal e cumprimento de mandados de prisão e recaptura de lideranças faccionadas ou ligadas a milícia e outras atribuições que lhe forem determinadas por ato do Secretário de Estado de Administração Penitenciária do Pará, ou seja, Jarbas Vasconcelos.


O Estatuto do GAP é risível e uma espécie de Gestapo, elaborada pelo supremo chefe do sistema penitenciário. Diz o estatuto que “O GAP/SEAP atuará de modo repressivo e preventivo, em frente às circunstâncias de crise dentro do sistema prisional em todo território paraense, em situações que se verificam grave quebra do manual operacional padrão.


Além de ser um grupo de intervenção prisional, será igualmente caracterizado como um grupo de fiscalização e manutenção de procedimentos, ou seja, no momento em que adentrar na unidade prisional, diagnosticará as causas determinantes da crise de segurança da respectiva casa penal, e construirá um prognostico adequado para a correção dos problemas identificados, que ocasionaram a circunstância de subversão”. Diz um dos artigos.


Jarbas Vasconcelos, ao criar o seu batalhão particular pensou em detalhes mínimos, como o emblema do GAP, que vai constitui-se no formato de uma muralha. Uma águia, que representa a soberania e utilizada como símbolo de poder de autoridade, sendo representada nesse contexto pela nobreza, majestade e agilidade, e por fim, uma algema fechada (cor – cinza metálico) e gravado o nome GAP\SEAP-PA.


O secretário também não esqueceu das cores: Preto: representando sofisticação e dignidade ; Cinza: simbolizando estabilidade, sucesso e qualidade; Vermelho: simbolizando o amor, o orgulho, poder, atividade, energia física, força de vontade, conquista de objetivo, liderança e senso de auto-estima e, por fim, o Branco: simbolizando pureza, sinceridade e verdade. Durma-se com um barulho desses.

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