• O Antagônico

A Marinor. A Subserviência e Continência ao Helder. A Alepa de Joelhos e a Ópera Bufa



O retorno dos trabalhos da Alepa, na manhã de ontem, foi marcado pela rasgação de seda para o governador Helder Barbalho. Tanto que não parecia uma sessão de deputados e sim uma reunião de secretariado. Marinor Brito, agora unha e carne com os Barbalhos, e outrora defensora dos fracos e oprimidos, falou em nome da “oposição”, tecendo elogios e quase carregando Helder no colo. Quem te viu , quem te vê !


A fala de Marinor mostra o lado mais podre de uma esquerda mais do que direita, tornando da fala da Psolista, um discurso vergonhoso, subserviente e até humilhante. Não há papel mais triste do que o de certos papéis!! Descaradamente e com uma desfaçatez desconcertante, Marinor, que já chegou quase a trocar tapas e sopapos com Jair Bolsonaro e Eder Mauro, não falou uma palavra sobre a corrupção que assola a gestão de Helder Barbalho. Na prática é como se a parlamentar fosse cega, surda e muda !! Quanto cinismo!!


Os afagos da psolista superaram, em salamaleques e babação, até mesmo a fala da líder do governo, Cilene Couto, outra figura irreconhecível nos dias de hoje. Seguramente, a Alepa, na manhã de ontem, mais do que nos outros dias de sessão, virou o quartel general do Barbalho, com os soldados batendo continência e balançando a cabeça, a exemplo de Marinor, como vacas de presépio, assentindo para as ordens do rei. Sejam elas quais forem.


Como toda unanimidade é burra, destacamos aqui o grito solitário e uníssono do deputado Caveira, o único a espernear durante a opera bufa de Helder. O episódio de ontem se adequa a frase de Benjamim Disraeli : “Nenhum governo se sustenta se não tiver uma oposição temível”.

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