• O Antagônico

A Marroquim. Os Associados. O Escritório Xerfan e a Batalha Jurídica



O Quiprocó entre associados e o escritório jurídico Roberto Xerfan apenas começou: Após serem condenados pelo Judiciário de Alagoas a pagar mais de três milhões de reais de verba indenizatória e sucumbencial à construtora Marroquim Engenharia, os associados estão se perguntando quem pagará a conta e se movimentando nos bastidores para ingressar com pedidos de perda contra o escritório, já que um erro básico de representação foi cometido no curso de diversos processos patrocinados pelo advogado: As associações só podem ser representadas em juízo por decisão unânime dos associados ou por assembleia convocada para o fim especifico, imposição esta, contida na Constituição Federal. Esse detalhe básico, identificado pelo Poder Judiciário, não teria sido observado pelo escritório nas ações que patrocinou. Esse fato já ocorreu com pelo menos 05 associações, e, ao que parece, o escritório não assume o erro, não esclarece perante os associados a verdadeira razão da eminente perda, e tenta desviar a atenção com publicações midiáticas contra a construtora.




Outro lado

Em contato com O Antagônico, o advogado Roberto Xerfan diz que não houve perda de prazo por parte dos advogados de seu escritório e que o juiz de Alagoas que deu decisão favorável à Marroquim corre risco de ser afastado do cargo, por recomendação do CNJ. Xerfan também enviou a nossa reportagem uma decisão do TJ de Alagoas, que cassou a decisão proferida pelo magistrado.A Marroquim enganou centenas de famílias e centenas de trabalhadores no Estado do Pará. Responde a sete inquéritos por lavagem de dinheiro e desvio de recursos. Um rombo de mais de R$ 40 milhões de reais. Ela (a empresa), está usando a justiça de Alagoas contra a sociedade paraense. Quanto as outras alegações, deixo claro que nós não somos o tipo de associação que precisa de deliberação unânime, portanto, não preciso de decisão unanime para me defender dos atos da Marroquim”. Concluiu Xerfan.





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