• O Antagônico

A Operação Cratera, a Continuação e os Alvos. O Asfalto na Cidade e a Prisão em Santa Maria



Mais um capítulo da revanche de Helder Barbalho contra o tucano Simão Jatene. A Polícia Civil do Pará dá continuidade hoje a “Operação Cratera”, deflagrada no último sábado, 30. Segundo a Diretoria Estadual de Combate à Corrupção (Decor), a operação cumpre somente mandados de busca e apreensão. No entanto, O Antagônico obteve de uma fonte a informação que existem três mandados de prisão ainda não cumpridos.


Um dos alvos visitados de hoje foi Luiz Soares, dono da empresa Best. A operação, segundo a Decor, apura indícios de fraude em licitação e desvios de verbas públicas no programa Asfalto na Cidade, durante o período de 2013 a 2018. No sábado, as frentes de investigações estiveram em endereços em Belém e cidades do interior.

A investigação também ocorre nos Estados de São Paulo e Maranhão. Segundo a Polícia Civil, o programa Asfalto na Cidade tinha o objetivo de melhorar a malha viária dos municípios paraenses e, somente em 2018, custou mais de R$ 360 milhões aos cofres públicos.

Segundo a investigação, os indícios probatórios coletados ao longo da investigação demonstram favorecimento a um “consórcio” de empreiteiras com envolvimento direto de agentes públicos. São apurados crimes de fraude à licitação, peculato, associação criminosa, corrupção ativa e passiva.

Em Santa Maria do Pará, um homem foi preso em flagrante, pelo crime de posse ilegal de arma de fogo. O preso era proprietário de uma empresa terceirizada, que funcionava como uma das empreiteiras envolvida no esquema investigado. Na ação, também foram apreendidos documentos, aparelhos celulares, computadores, armas de fogo, joias, além de um valor em moedas estrangeiras (dólares, euros, libras e dirhams). O Delegado Geral , Walter Resende, é quem coordena os trabalhos de investigação.

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