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A OS Pacaembu, As Compras em Belém, A Profarma e a Cobrança na Justiça



A Associação da Irmandade de Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu, que deixou um rombo milionário nos cofres da SESPA e também em vários municípios de São Paulo, contraiu muitas dívidas nas praças onde atuou. Uma das credoras é a empresa Profarma Specialty S.A., que ingressou com uma Ação de Cobrança na justiça de São Paulo, indicando como parte requerida a matriz, atinente a compras realizadas pela filial de Belém do Pará.


Em seu despacho, o juiz da comarca de Pacaembu, Rodrigo Antonio Menegatti, reiterou,

“que a Irmandade da Santa Casa de Pacaembu está sob investigação na operação Raio X, referente desvio de aproximadamente 1,1 bilhão de reais, conforme amplamente divulgado nas mídias. Diante desse quadro, a falta de pagamento tem ocorrido em vários outros processos, cujo diminuto patrimônio da Irmandade, não se coaduna com os contratos firmados.

No caso da Profarma, no entanto, a empresa não tem muito do que se queixar. Em 2019 e 2020, a Profarma assinou com a SESPA, na gestão de Alberto Beltrame, 2 contratos com o Estado do Pará, que renderam a empresa a cifra de quase R$ 3 milhões de reais.

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