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A SEMAS. O Prédio em Funcionamento. O Plano Amazônia e a Nota de Esclarecimento

Atualizado: Mai 9


O Antagônico recebeu, agradece, e publica abaixo, nota enviada pela assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, SEMAS, em resposta a matéria publicada nesta sexta-feira, 07, intitulada “A SEMAS. A Casa Bella. O Aluguel de R$ 720 Mil. O Prédio Fechado e o Dinheiro pelo Ralo”. Segue a nota e mais abaixo a matéria publicada em nosso site :


“A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), por meio da Secretaria Adjunta de Gestão e Regularidade Ambiental – SAGRA, informa que já está em funcionamento o novo espaço da Semas. As diretorias de gestão florestal (DFLOR), licenciamento ambiental (DLA) e de geoprocessamento (DGEO) ocupam o novo prédio na Av. Magalhães barata, bairro Nazaré. O espaço oferece estrutura para os 300 servidores entre técnicos e fiscais que atendem as demandas do Plano Amazônia Agora, coordenado pela Semas. O prédio passou por adequações e manutenção, se transformando em um espaço mais moderno, além disso recebeu móveis e equipamentos novos o que vai proporcionar mais conforto e melhores condições de trabalho aos servidores. O reforço de servidores é voltado para ações de combate aos crimes ambientais. O aumento de profissionais em campo foi de quase 1.000%, em relação ao quantitativo anterior de fiscais da secretaria. Cerca 200 servidores também reforçaram os setores de licenciamento e análise de Cadastro Ambiental Rural (CAR). O atendimento ao público externo é feito às quartas e sextas das 9h às 14h, os agendamentos podem ser feitos pelo seguinte email: dgflor@semas.pa.gov.br".


A SEMAS. A Casa Bella. O Aluguel de R$ 720 Mil. O Prédio Fechado e o Dinheiro pelo Ralo”


Um contrato de aluguel firmado entre a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, SEMAS e uma corretora de imóveis é um dos inúmeros exemplos de como o Governo do Pará desvia dinheiro público. Vejam só!! A Secretaria alugou da Cimovel Empreendimentos e Serviços Imobiliários, em 2020, ou seja, ano passado, um espaço no centro comercial de Belém, onde antes funcionava a loja Casa Bella, em frente a Delegacia Geral da PC, pelo valor de R$ 60 mil mensais, perfazendo R$ 720 mil por ano.


O objeto do contrato, seria, vejam bem, seria, para alocar os novos servidores aprovados no PSS/001/2020. Até ai nada de anormal, apesar do valor mensal fugir um pouco dos padrões de mercado. Ocorre, caros leitores, que o imóvel permaneceu fechado por todo o período do contrato, sem que nenhum funcionário da SEMAS colocasse os pés por lá um dia sequer. Perguntar não ofende: O contrato não tem fiscal? E se tem porque o mesmo quedou-se em silêncio? Porque a SEMAS pagou um ano de contrato sabendo que o imóvel não estava sendo utilizado? com a palavra o Ministério Público.

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