• O Antagônico

O Diário Oficial. A Marinor. A Semob e a Nota



O Antagônico recebeu e publica abaixo, na íntegra, nota da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém, (Semob), sobre a matéria publicada ontem sob o título: “A Semob. A Marinor. O MP. O Guincho. As Multas e as Metas.” Esclarecemos que a referida reportagem é oriunda de fonte oficial, ou seja, foi publicada na Edição de sexta-feira, 08, do Diário Oficial do Estado, atentando para um Inquérito Civil em que figura como requerente o Ministério Público do Pará e como requeridos Marinor Brito e a Semob. Ontem, lamentavelmente, as redes sociais da deputada acusaram este site de propagar fake news. No entanto, como já dito, trata-se de publicação oficial, da lavra de um representante do MP do Pará. A exemplo da postura da Semob, O Antagônico rechaça as acusações postadas nas midias da parlamentar e reitera que está a disposição para qualquer esclarecimento da deputada. Eis a nota enviada pela Semob:


A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) informa que não tomou conhecimento de nenhum inquérito aberto recentemente pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), para apurar supostas denúncias relacionadas a prestação dos serviços de guincho referentes a nova gestão do órgão.

A Semob esclarece que as denúncias estão relacionadas às administrações anteriores. Em 2018, a deputada Marinor Brito, à época vereadora, foi quem denunciou a “máfia do guincho” na tribuna da Câmara Municipal de Belém e exigiu providências do MPPA.

Sobre a suposta exigência de cumprimento de metas, em relação à aplicação de multa pelos agentes de trânsito, a Semob informa que a denúncia foi feita em 2013, quando ainda se denominava Autarquia de Mobilidade Urbana de Belém (Amub), e foi discutida em audiência pública na Câmara de Belém. A Semob também informa que irá apurar a existência de inquérito aberto sobre o caso e pedir vistas dos autos junto ao MPPA para verificar a veracidade das informações veiculadas e eventuais providências necessárias. Reforça ainda que não compactua com qualquer ato de irregularidade ou de abusos e é radicalmente contra desvios de recursos públicos.







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