• O Antagônico

Arthur Brito. O TJE do Pará. O Recurso do MP. Os Desembargadores e a Rejeição



Boatos sem fundamento. Assim decidiram os desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará ao rejeitarem recurso do Ministério Público e da assistência de acusação que tentava vincular o ex-prefeito de Tucuruí, Arthur Brito e seus familiares, ao assassinato do então prefeito, Jones Wiiliam. À unanimidade, os magistrados rechaçaram qualquer hipótese de prisão dos acusados, confirmando o que o juízo de 1 grau já referendara: trata-se de acusações de “ouvi dizer”. O prefeito de Tucuruí, Jones William da Silva Galvão, (MDB), foi assassinado a tiros na tarde desta terça-feira (25). O gestor foi abordado por dois homens em uma moto enquanto vistoriava uma operação tapa-buracos na estrada que liga a cidade ao aeroporto. Os suspeitos efetuaram vários disparos no peito e na cabeça do prefeito e depois fugiram. Jones William chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Regional, mas não resistiu e morreu no centro cirúrgico. Jones era enfermeiro e tinha 42 anos. Ele foi eleito em 2016 com 53,50% dos votos válidos (31.268 votos). Em setembro de 2017, a Polícia Civil do Pará, prendeu, no aeroporto de Belém, Bruno Marcos de Oliveira, apontado como o pistoleiro que executou o prefeito. As investigações apontaram que ele praticava assassinatos por encomenda em troca de dinheiro. Bruno possuía, de acordo com a polícia, três mandados de prisão por conta de um homicídio em Sergipe e outros dois casos de grande repercussão no Pará - as execuções do prefeito Jones, em julho de 2017, e do empresário Albenor Moura da Silva, ocorrida em Itaituba, sudoeste do Pará. Em abril de 2018, Bruno Marcos foi um dos 22 mortos na tentativa de resgate no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, na Região Metropolitana de Belém.

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