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As OSs. A investigação de São Paulo. O Nicolas e a Sentença de 22 Anos de Prisão

Atualizado: Out 5



A Justiça de Penápolis condenou Nicolas André Tsontakis Morais a 22 anos e seis meses de prisão no processo referente à operação Raio-X, que investiga fraudes em licitações envolvendo o poder público e organizações sociais de saúde. Já o médico anestesista Cleudson Garcia Montali pegou mais de 104 anos de prisão. Ele foi apontado como líder da organização criminosa durante a deflagração dos trabalhos em setembro do ano passado pela Polícia Civil de Araçatuba.


Na sentença, proferida pelo juiz de direito Marcelo Yukio Misaka, da primeira vara criminal, também há a determinação do pagamento de R$ 947.960,00 como indenização ao município de Penápolis, já que tinha contrato com a Santa Casa de Misericórdia de Birigui, que era uma das OSs investigadas.


A Justiça condenou outros réus no processo. Márcio Takashi Alexandre a 75 anos de prisão e indenização de R$ 895.793,00; Cláudio Castelão Lopes, ex-presidente da OSS da Santa Casa de Misericórdia de Birigui recebeu pena de 49 anos e dois meses de reclusão e pagamento de R$ 908.993,40; Olavo Silva de Freitas a 41 anos e seis meses e pagamento de R$ 369.088,95; Raphael Valle Coca Moralis a 24 anos, dez meses e indenização de R$ 147.540,00; Márcio Toshiharu RTizura a 24 anos, dez meses e pagamento de 392.364,45; Aline Barbosa de Oliveira a 19 anos, dez meses de reclusão, além de ter que pagar R$ 392.364,45 aos cofres públicos.


A Justiça também manteve a prisão preventiva de Cleudson, Márcio Takashi, Márcio Toshiharu, Raphael Valle e Nicolas André, este último segue em prisão domiciliar por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal).

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