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Goianésia e a Eleição Suplementar. Belterra, Tomé-Açu e a Espera



O Tribunal Regional Eleitoral do Pará, TRE-PA, ainda não confirmou oficialmente a data da eleição suplementar de Goianésia do Pará, prevista para ocorrer no dia 03 de outubro deste ano. “Existe apenas uma minuta de Resolução sobre a data. Se a mesma for aprovada na Corte, dará origem a resolução estabelecendo o dia 03 de outubro”. Diz a nota da assessoria da corte eleitoral, enviada a O Antagônico. No entanto, prossegue a nota, nos municípios de Tomé-Açú e Belterra, também poderão ocorrer novas eleições. Porém, trata-se apenas de possibilidades.

“Provavelmente a eleição de Goianésia será confirmada porque o indeferimento da candidatura de Itamar Cardoso, já foi referendada pelo Tribunal Superior Eleitoral”. Disse a O Antagônico um experiente advogado atuante na área eleitoral.

Em Goianésia, Itamar Cardoso, do Avante, venceu o pleito de novembro de 2020, alcançando 40,17% dos votos. Foram 6.201 votos no total. O candidato derrotou Ribamar Lima, do MDB, que ficou em segundo lugar com 33,55%. Porém, o juiz Andrey Barbosa indeferiu o registro de Itamar, em ação oferecida pelo MP eleitoral, alegando a rejeição de contas do candidato, que configuraram atos dolosos de improbidade administrativa na gestão anterior.


As irregularidades foram detectadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA). A Decisão do juiz foi mantida pelo TRE do Pará e confirmada pelo TSE. Carlos Vinícius, em Tomé Açu e Dr. Macedo, em Belterra, estão na mesma situação, ou seja, venceram as eleições mas tiveram registro de candidatura indeferido pela justiça. Os dois recorreram e aguardam decisão das cortes eleitorais.

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