• O Antagônico

O Advogado e a Cliente. A Irresignação na Justiça do Trabalho e a Queixa no TJ



Coisas que acontecem no meio jurídico que são difíceis de acreditar. E como acontecem. Vejam só: A corregedoria do TJE do Pará, providencialmente, arquivou um Pedido de Providências, protocolado pelo advogado Sergio Renato Freitas de Oliveira e sua cliente Claudia Regina Nobre Loureiro, contra ato de um juiz trabalhista. É isso mesmo, caros leitores. O causídico queria resolver uma pendenga originária da justiça do trabalho, na corregedoria do Tribunal de Justiça do Pará. Durma-se com um barulho desses.


No pedido, torpedeado para o sepultamento, o advogado alegou irregularidades ocorridas por ocasião de audiência realizada por videoconferência, na 5ª Vara do Trabalho de Belém, na qual, supostamente, não fora autorizado o seu ingresso na sala virtual, ocasionando cerceamento de defesa, além de condenação da sua cliente em custas e honorários advocatícios.

“Examinando os acontecimentos trazidos ao conhecimento desta Corregedoria de Justiça observa-se não ser da competência deste Órgão a análise do pleito formulado pelo advogado requerente. O pleito em questão versa a respeito de suposta irregularidade ocorrida no âmbito da Justiça Trabalhista, a qual não é fiscalizada por este Órgão Disciplinar, mas tão somente pela Corregedoria de Justiça do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região”. Pontuou a corregedora geral do TJ, Rosileide Cunha.
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