• O Antagônico

O Amapá, a Segunda Onda e as restrições

Atualizado: Jan 16



Depois do Amazonas agora é a vez do sistema de saúde do Estado do Amapá entrar em colapso com o aumento nas médias de casos e mortes nas primeiras duas semanas de 2020. Para o chefe da Superintendência de Vigilância em saúde do estado, Dorinaldo Malafaia o Amapá entrou na segunda onda da Covid-19. O novo estágio da pandemia no Amapá, segundo ele, exige medidas mais duras de restrição para evitar aglomerações e reduzir os riscos em atividades econômicas e sociais. O governador Waldez Góes (PDT) anunciou que vai alinhar com as prefeituras os termos para um novo decreto estadual, que passará a valer a partir de sábado (16) - o atual vence nesta sexta, com restrições de circulação de pessoas em praças, calçadas e logradouros públicos após às 22h. Malafaia diz que não estão descartadas fiscalizações mais intensas em portos, aeroportos e rodoviárias para coibir a livre circulação de pessoas, principalmente no eixo, Macapá, Manaus, Belém e Santarém. O último mês do ano de 2020 foi o pior desde julho na incidência de infectados e óbitos. Em dezembro, Malafaia acredita, as reuniões familiares e de amigos nas festas de fim de ano foram cruciais para a disseminação do vírus, assim como aglomerações em praças e balneários.

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