• O Antagônico

O Bolsonaro. O Barbalho. O Edmilson. Os Fiéis. Samuel Câmara e o Pedido



Em política se vê de tudo. Na próxima sexta-feira, 18, a Assembleia de Deus vai reunir, no mesmo palco, o presidente Jair Bolsonaro, amado por uns e odiado por outros tantos, o governador Helder Barbalho, cujo sobrenome é sinônimo de corrupção no Pará e no Brasil e o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, que se diz de esquerda, mas, hoje é amigo íntimo de Helder. O segundo e o terceiro estão unidos, unha e carne, na missão de ajudar a destronar Bolsonaro da cadeira presidencial nas eleições do ano que vem, tentando colar nele a responsabilidade das milhares de vítimas da Covid 19.


O presidente, por sua vez, prefere cumprimentar o diabo em pessoa do que apertar a mão do Barbalho, enrolado até a medula no chamado “Escândalo da Covid”, ou do seu amigo narigudo. Intrigas e ojerizas a parte, o fato é que os três estarão no mesmo lugar, lado a lado, mesmo que por pouco tempo. E os cumprimentos de protocolo são inevitáveis. Faz parte da liturgia dos cargos. Coisas da política.


Atento a essa “beligerância política”, o pastor Samuel Câmara, líder da Assembleia de Deus em Belém, já fez um apelo às autoridades públicas presentes no aniversário de 110 anos da Igreja, que mantenham uma postura serena durante o evento, evitando, se é que isso é possível, alfinetadas de parte a parte. Bem. O pedido foi feito. Se será atendido é que são elas !!!

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