• O Antagônico

O Campelo. O Tofolli. A Operação SOS. Os Pedidos de Prisão. Jader e o Impasse

Atualizado: Out 18



Ao recorrer ao STF para salvar suas crias, o senador Jader Barbalho arranjou sarna pra se coçar e, de quebra, colocou o STF em uma saia justa . Vejam só !! O Juiz Federal Titular da 4ª Vara e do 2º JEF Criminal, Antonio Carlos Almeida Campelo enviou ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Tofolli, solicitando esclarecimentos e orientações sobre a decisão liminar proferida pelo ministro, no dia 27 de setembro de 2021, nos autos da Reclamação Constitucional protocolada pelo senador Jader Barbalho, que determinou a suspensão do andamento do Inquérito Policial sobre a Máfia das OSs.


No ofício, Campelo indaga quanto ao alcance da decisão, isto é, se abrange somente os atos investigatórios ou se engloba a apreciação, pelo Juízo de 1ª Grau, de pedidos de revogação de prisão, autorização de saída para tratamentos médicos, liberação de bens e desbloqueio de contas bancárias, tendo em vista os inúmeros pedidos apresentados no Inquérito Policial da Operação SOS e nos seus processos incidentais, pedidos de prisão preventiva, busca e apreensão, sequestro de bens e falsidade documental,  todos reputados como urgentíssimos pelos peticionantes. Em resposta, caros leitores, o ministro Dias Tofolli diz que a liminar deferida teve como objetivo central suspender a atividade investigativa em curso no Inquérito Policial nº 2020.0051065-SR/PF/PA e nas medidas incidentais relacionadas, até que se avalie, no mérito, se houve usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal por investigação, ainda que indiretamente, a Senador da República.

“Essa decisão acauteladora, portanto, atinge somente a continuidade, em toda a sua extensão, das atividades investigativas no bojo da persecução criminal em evidência, o que, naturalmente, não impede a apreciação, por parte do juízo reclamado, dos requerimentos formulados pelos defensores dos investigados no feito, a exemplo daqueles que foram relacionados em seu ofício, vale dizer, a revogação de prisão, a autorização de saída para tratamento médico, a liberação de bens e o desbloqueio de contas bancárias.” Pontuou o ministro. 
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