• O Antagônico

O Delator de Belo Monte, O STJ e o MDB do Pará


Condenado a pena de 3 anos, em regime semiaberto, o delator da empresa Camargo Corrêa na Lava Jato, Dalton dos Santos Avancini, cuja condenação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, teve Habeas Corpus negado pelo Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Nefi Cordeiro.


A Ação Penal concluiu pela ocorrência do crime contra a Administração Pública, sendo que as provas colhidas evidenciaram a sofisticação das operações criminosas desenvolvidas, o volume de dinheiro obtido, a quantidade de licitações fraudulentas, o tempo de atuação e grau de complexidade e a intensidade do dolo.

Dalton é um dos principais delatores na Operação Buona Fortuna, deflagrada pela Polícia Federal, por ocasião da 49ª Fase da Operação Lava Jato que investiga o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos e políticos por parte de Consórcio de Empreiteiras diretamente interessado nos contratos de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. As delações de Dalton Avancini, citam o repasse de 30 bilhões ao MDB do Pará.

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