• O Antagônico

O Eduardo Ramos e o Remo. A Ação, As Farras, O Carrão e o Atestado de Pobreza



De olho na subida meteórica do Leão, o jogador Eduardo Ramos resolveu ingressar com nova ação na Justiça do Trabalho, tentando arrancar mais dinheiro do Clube do Remo. No entanto, “Eduardo Brahma”, como se tornou conhecido o jogador, por conta de sua apreciação por cerveja, fez, no processo, um pedido difícil de passar: benefício da justiça gratuita.


Sustentando o gracioso requerimento o jogador juntou, como única fonte de renda, um comprovante de salário, da Tuna Luso Brasileira, afirmando que recebe apenas R$ 1.100 reais mensais, ou seja, um salário mínimo. Ora, ora. Venhamos e convenhamos. Até as pedras sabem que Eduardo Ramos, com rodagem por vários clubes brasileiros e consagrado no Remo, pode ser tudo, menos pobre.


Basta uma rápida olhada nas redes sociais para se verificar, e constatar, que a vida do jogador é bastante agitada, cercada de ostentações, com fotos em baladas noturnas, ao lado de belas mulheres e carrões. Isso sem falar em lanchas, Jet Sky, e viagens em aviões particulares. Com um salário mínimo, o jogador está fazendo o chamado “milagre dos pães”. Se todo desafortunado vivesse o “calvário” de Eduardo Ramos, pobreza, certamente, tinha que mudar de nome.


No Remo, Eduardo recebia mensalmente, como remuneração, a quantia de R$ 30 mil reais, mais R$ 3 mil de Auxílio Moradia. O contrato iniciou em julho de 2019 e findou em 30 de janeiro de 2021. Na JT, o jogador está requerendo pagamento de férias, direito de imagem, 13º salário, entre outros, sendo que os valores requeridos, na visão dos advogados de Eduardo Ramos, chegam a R$ 299.249,25. Resta saber se a Justiça do Trabalho vai engolir a história.


Em outras pelejas judiciais Brasil afora, jogadores deram com os burros n'água, usando o mesmo artifício. É o caso de Leandro Damião, condenado por litigância de má fé em uma ação trabalhista movida contra o Santos.

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