• O Antagônico

O Juiz do Pará e a Decisão Cassada. O Sindicato e a Pressão na PF


Virou um balaio de gato o mais novo desdobramento de uma operação ocorrida na divisa do Pará com o Amazonas e que resultou em apreensão de madeira ilegal, classificada pela PF como a maior da história na Amazônia. Foram apreendidos 131 mil metros cúbicos de toras de madeira, material suficiente para encher 6.243 caminhões, sendo a carga avaliada em R$ 55 milhões. O Problema agora é o conflito de competência entre a 4ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Pará e a 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Amazonas. Sobrou para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que deverá decidir o impasse.

Como a PF do Amazonas não deu cumprimento à decisão e manteve as apreensões , o juiz federal do Pará, Antônio Carlos Campelo determinou, no dia 21 de janeiro último, multa de R$200 mil por dia de descumprimento a um delegado e ao superintendente da PF do Amazonas "e a qualquer outro delegado, e agente que descumprir a decisão". O juiz Campelo também determinou a "imediata prisão em flagrante de quem descumprir a ordem. Porém, a pedido do Ministério Público do Amazonas, o TRF-1 chamou o processo a ordem e suspendeu, liminarmente, a decisão do juiz do Pará.

Por outro lado, o Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas disse

que não se deixaram intimidar pelas furtivas manobras dos representantes das organizações criminosas, pautando suas ações na defesa abnegada da floresta amazônica. A cobra vai fumar !!!

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