• O Antagônico

O Puxadinho do Sefer, A Pistola do Mutran, O Barraco no Aquarius, Os Moradores e o Quiprocó



Não convide para dividir uma cuia de tacacá o ex-deputado estadual Luiz Afonso Sefer e Mauro Mutran. Ambos são moradores do suntuoso edifício Aquarius, situado na Pedro Álvares Cabral, no coração do Umarizal, área nobre de Belém. Pois Bem. No último final de semana os dois moradores quase vão as vias de fato, com direito a farpas no WhatsApp, pistola na mão e ameaças.


O motivos do quiprocó: um puxadinho construído por Sefer em sua cobertura, um triplex de 1.200 metros quadrados. Para piorar a situação, Sefer ainda mandou instalar um elevador privativo. A obra, que está dando o que falar, assustou os moradores, que temem que o prédio venha abaixo. Em um dos áudios que registraram a confusão, Mauro Mutran, diz que, a partir daquela data, iria impedir que subisse qualquer material para a obra, porque a construção seria ilegal e coloca em risco vidas de todos. “ Vou ficar na portaria com minha pistola”. Diz Mauro.


Em outro áudio, Luiz Sefer critica a índole de Mutran e diz que se sente ameaçado, solicitando da administração do condomínio reforço policial.

“Essas ameaças são absurdas. Principalmente vindas de gente dessa índole. Um sujeito de um nível duvidoso e violento, acostumado a fazer justiça com as próprias mãos”.

A briga de cachorro grande promete. Os demais condôminos que se cuidem !! Ouçam os áudios abaixo que acenderam o estopim da confusão. Como diria um saudoso colunista social paraense “ em sociedade, nem tudo se sabe ...”

Luis Sefer, para quem não lembra, é pai do deputado estadual Gustavo Sefer e é apontado como um dos homens mais ricos e poderosos do Pará, dono de vários hospitais e de Organização Social que ganhou sucessivas e generosas concessões do Governo do Estado para administrar hospitais públicos regionais. Ele também é tio do Procurador Geral do Estado. Em 2010, foi condenado pela juíza Maria das Graças Alfaia a 21 anos de prisão por estupro de vulnerável - uma criança de 9 anos que morava em sua casa -, o Superior Tribunal de Justiça manteve a decisão de 1º Grau há anos e baixou o processo ao Tribunal de Justiça do Pará, para que determinasse o cumprimento da pena, mas ele continua solto.


https://drive.google.com/file/d/1_SKE5OTsRyWZKLl-wwxCUvgoT3JBEDFu/view?usp=sharing


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