• O Antagônico

Salinas. O Instituto. Os Áudios. A Repercussão e o Cancelamento do Planeta Azul de Surf



Depois da repercussão da matéria publicada na sexta -feira, 10, sob o título “Salinas. O Manguezal. O Surf da Pororoca. A Emenda de R$ 250 Mil. Os Áudios. A Dra. Heloisa e os 30%.” O Instituto Manguezal enviou nota pública a O Antagônico, informando do cancelamento do evento denominado Planeta Azul de Surf, previsto para acontecer em Salinas. A matéria fala do áudio divulgado nas redes sociais por Noélio Sobrinho, com revelações e acusações envolvendo o Instituto e a deputada estadual Dra. Heloisa. Veja abaixo a nota na íntegra:

O evento denominado Festival Planeta Azul de Surf está  cancelado, mesmo antes de ser lançado. Mesmo sendo  notório e público  o motivo pelo qual a Federação Paraense de Surf não apoiava o evento,  que deve-se ao caráter de fortalecimento das associações do município de Salinópolis como meta do projeto.

O município de Salinópolis é o maior celeiro de atletas e praticantes do surf e por ter o maior potencial para o esporte no Estado do Pará,  receberia durante a programação do  Festival a legalização contabil-juridica de 02 associações, que a partir daí poderiam, em harmonia com a Prefeitura Municipal, através da Diretoria de Esportes,  desenvolver projetos e captar recursos diretamente com a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer, além disso estavam previstos prêmios em dinheiro e equipamentos, aulas para 100 alunos de escolas municipais e ações sócio- ambientais, que  fortaleceriam ainda mais a cultura surf no município. Porém, não se torna  interessante pra nenhum apoiador envolver-se em polêmicas,  mesmo que infundadas. 

O Sr. Noelio Sobrinho, cuja ficha no site jus Brasil demonstra sua índole, como  titular da ABRASPO é acusado de não prestar contas junto ao Ministério do Turismo, e que encontra-se em situação de penhoras de bens, apoiados por uma diretoria de não-surfistas rasga o estatuto da entidade e promove campanha difamatória contra uma filiada, prejudicando um coletivo em prol de vaidade e interesses próprios. O Instituto Manguezal não possui nenhuma prestação de contas negadas em 7 anos e trabalha seguindo os ritos da Lei 13.019/14. 

Por fim, lamentamos o ocorrido, principalmente  porque quem sai prejudicado são  os atletas que participariam, porém ficamos na torcida por dias melhores e desejamos que o surf paraense evolua democraticamente como deveria acontecer numa sociedade civilizada.

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